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Praça Virtual
João Batista Santos



02/09/2010 11:51

Corrupção no RS


Operação investiga desvio de R$ 10 mi do Banrisul

Uma força-tarefa da Polícia Federal (PF), do Ministério Público Estadual e do Ministério Público de Contas investiga possíveis desvios de recursos da área de marketing com prejuízo ao Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul), empresa estatal do governo administrado por Yeda Crusius do PSDB. A suposta organização criminosa, integrada por um alto funcionário do banco, diretores de agências de publicidade e prestadores de serviços, pode ter causado um prejuízo de mais de RS 10 milhões nos últimos 18 meses.

A Operação Mercari pretende cumprir nesta quinta-feira 11 mandados de busca e apreensão, sendo 10 em Porto Alegre e um em Gravataí, com a participação de 76 policiais federais.

O esquema se daria através de superfaturamento na produção de ações de marketing contratadas junto a agências, as quais eram terceirizadas a empresas que, por sua vez, subcontratariam os reais executores dos serviços a preços muito menores do que aqueles cobrados do banco.

A Justiça Estadual, acionada pelo Ministério Público Estadual, autorizou o compartilhamento de informações com o Ministério Público de Contas, que requereu ao Tribunal de Contas do Estado inspeção especial no Banrisul - já determinada -, assim como com a Polícia Federal, que atua na operação em busca de indícios de crimes de evasão de divisas, ocultação de bens e valores e sonegação fiscal.

Procurada, a assessoria de imprensa do Banrisul não comentou o assunto e informou que deve divulgar ainda nesta quinta-feira um posicionamento oficial sobre as investigações.


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27/08/2010 19:18

South Park


Faça aqui o download do episódio Margaritaville do South Park onde a última crise econômica é explicada de um modo muito inteligente e divertido.

Formato: RMVB Tamanho: 73MB


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03/08/2010 22:50

Mailing


Receba periodicamente notícias e artigos no seu e-mail. Envie nome e correio eletrônico para: pracavirtual@hotmail.com


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11/06/2010 10:32

Aniversário


Caros amigos e amigas,

Eu sempre tive a ideia de criar um meio de comunicação alternativo, que não reproduzisse o discurso dominante. Se lermos Roland Barthes nos encontraremos com a ideia de que a linguagem reproduz o poder e somente a fala, que ele chama de literária, poderia criar algo novo que expresse o desejo dos sujeitos em questão.

Há 5 anos atrás, em pleno massacre do mensalão, iniciamos esta correspondência com os amigos que batizamos com o nome de Praça Virtual. A ideia era usar o espaço virtual da internet para promover um debate como imaginamos que os cidadãos gregos faziam na praça de suas cidades. A ideia também era revalorizar a ideia da praça como espaço público.

Se estamos ou não atingindo os objetivos é passível de uma avaliação com a qual os amigos podem colaborar dando sua opinião.

Agora que é moda falar em nuvem computacional, cloud computing, podemos dizer que já estamos há 5 anos na nuvem!

Abraços aos companheiros de viagem!

João Batista Santos

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29/05/2010 10:48

Lost


"Talvez o que a maioria amasse em Lost era a ideia de que você ainda pode se perder."

(Hank Stuever)

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15/05/2010 11:51

Are you Lost?


"Redemption doesn’t necessarily come from anywhere else other than internally. But in order to redeem yourself, you can only do it through a community.

"So the redemption theme started to kind of connect into “live together, die alone,” which is that these people were all lone wolves who were complete strangers on an aircraft, even the ones who were flying together like Sun and Jin. Then let’s bring them together and through their experiences together allow themselves to be redeemed.

"That journey is a spiritual journey."

Damon Lindelof and Carlton Cuse, from de team of Lost.
By The New York Times

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12/12/2009 23:32

Sex and the city


"Na tradição de Walt Whitman, Nova York é uma cidade do mundo e o sexo é metafísica além de biologia, um modo de o homem moderno transcender o seu isolamento e mesclar-se nesse mundo."

(Marshall Berman in Um século em Nova York)

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29/10/2009 09:53

Finados


João Batista Santos
Psicólogo



Sigmund Freud dizia que a vida é o caminho mais longo para a morte. Em outras palavras, pode-se dizer que a morte é a única coisa absolutamente certa da vida, uma experiência pela qual todos passaremos. Do ponto de vista científico, filosófico e psicanalítico, ninguém que tenha morrido retornou para nos contar como foi a experiência, portanto, temos que falar da morte por suposições, pois nunca conhecemos nossa própria morte, só sabemos algo sobre a morte dos outros, dos amigos, dos pais, dos filhos, das celebridades. As religiões, ao abordarem a morte, também estão trabalhando com uma suposição do que pode haver depois, pois é necessário a fé para que se acredite.

A principal lição que a morte deve nos ensinar é a de que a vida é limitada, a vida de cada um de nós terá um fim algum dia. Esta consciência da limitação da vida é necessária para que o sujeito venha a utilizar da melhor forma possível o tempo e os recursos que lhe estão disponíveis neste mundo. Por isso comemoramos aniversário todos os anos, para termos uma ideia de quanto tempo ainda temos para executarmos nossos planos antes que a morte chegue.

Sempre se espera que aconteça primeiro a morte dos mais velhos, dos pais, dos avós, dos tios, dos mestres. Nunca se espera morrer jovem ou de forma grotesca como nos assassinatos ou nos acidentes. Quando a morte acontece assim, de uma forma totalmente inesperada e abrupta, ela se torna algo muito mais traumatizante para todos os envolvidos, o luto se torna muito mais dolorido.

O luto em si é algo absolutamente necessário, pois é preciso que os que fiquem tenham um tempo de tristeza para pensar e elaborar suas vidas na ausência do que partiu.

É extremamente importante que tenhamos em nossa cultura um Dia de Finados, pois, além de lembrarmos dos que já partiram, este dia também pode servir para pensarmos na dívida de gratidão que devemos ter para com as gerações que nos antecederam. Devemos ter consciência de que cada um de nós é um elo de uma corrente que atravessa gerações, assim como muitos viveram antes de nós, também muitos outros virão depois.

A morte não deve ser traumática, a vida mal vivida é que pode nos deixar muitos traumas. A morte de alguém sempre pode servir de lição para os que permanecem vivos, pode ser um momento muito útil para as pessoas repensarem suas vidas e procurarem corrigir possíveis erros.

Antigamente o sexo era pecado e se escondia das crianças a origem da vida, hoje, ao contrário, poucas crianças acreditam em cegonhas. Alguns pais até fazem filmagens da criança saindo das entranhas da mãe. Por outro lado, hoje em dia tenta se esconder das crianças o fato de que todos morreremos. Isto em parte se explica pelo fato de que vivemos em um mundo em que as pessoas não querem ter limites e a morte é o limite maior.

Há no mundo de hoje uma moral, ou falta de moral, que diz que todos os prazeres são possíveis e nenhuma dor deve ser permitida. Esta pseudo-moral é absurda pois a vida é feita de alegrias e de tristezas, de prazeres e de dores, e temos que conviver com todas as facetas da vida para sermos plenamente humanos.

A lição que a psicanálise procura deixar para todos é a de que existe uma vida antes da morte.


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19/09/2009 21:58

Arnaldo Antunes


Faça aqui o download do mais novo disco de Arnaldo Antunes: Iê, Iê, Iê

Tamanho: 69,9 MB

Para descompactar os arquivos use o programa WinRAR.

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15/08/2009 22:05

Twitter


Tudo que você precisa e/ou quer saber sobre o Twitter está aqui neste livro disponível para download.

Idioma: Português

Tamanho: 10 MB

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23/07/2009 21:19

Six Degrees


Antes de nos conhecermos somos todos estranhos.

Seis graus de separação, segundo a teoria, no máximo seis pessoas nos ligam a qualquer outra no mundo.

Six Degrees é uma série de TV onde as vidas de estranhos se cruzam em Nova Iorque.

Pode ser assistida on-line no Portal Terra.

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13/07/2009 22:45

Nova ortografia


Para quem quiser aprender sobre a nova ortografia da língua portuguesa do Brasil, baixe aqui livro elaborado por professores da Uergs. Tamanho: 1,78 MB
João Batista Santos | comentários(0)



03/07/2009 22:19

Download


E aí, meu irmão, cadê você?

Filme dos irmãos Coen, com George Clooney no elenco. Ambientado no sul dos Estados Unidos durante a Grande Depressão com enredo inspirado na Odisséia de Homero. Excelente, emocionante, imperdível!

Idioma: inglês com legendas em português

Formato: RMVB Tamanho total: 387 MB

Links para download:

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

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02/07/2009 21:00

Livro para ler


REDES SOCIAIS NA INTERNET

De Raquel Recuero

Para quem quiser ler um livro recém lançado sobre o uso da internet para a formação de redes socias, disponibilizo aqui o link para download gratuito do mesmo.

Idioma: Português

Tamanho do arquivo: 40MB

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19/03/2009 13:21

Le Corbusier


The Lay of the Landscape
Le Corbusier was a better architect than urban planner. Yet his blueprint for city life still reigns.

Christopher Werth
NEWSWEEK

In a short film that opens the new exhibit "Le Corbusier: the Art of Architecture" at the Barbican Centre in London, the dapper, bespectacled Swiss-born architect stands before a grand plan of Paris and draws a thick black line across the map, blocking out a vast, rectangular swath of the city. His "Plan Voisin"—conceived with the belief that modern man required modern cities in which to live—involved razing part of the capital's Right Bank to make way for nearly 20 high-rise residential towers neatly arranged on an expansive grid of wide avenues and green lawns, in stark contrast to Paris's dense warren of charming medieval lanes. Thankfully, Le Corbusier's plan was considered as preposterous then as it sounds now, and the city's Marais district, where the monolithic development would have stood, remains largely intact.

For better and worse, Le Corbusier certainly had vision. The Barbican exhibit, neatly arrayed in photos, films and architectural models (through May 24), illustrates how he has earned his place as both the most revered and most reviled figure in modern architecture. His sensational proposals—like the plan for central Paris—helped him win the attention he wanted and guided the principles of urban design for decades to come. But he was a better architect than urban planner; Le Corbusier produced some of the most important buildings of the 20th century—including the pilgrimage chapel he designed at Ronchamp in western France and the Philips Pavilion at the 1958 World's Fair in Brussels—inspiring generations of future designers. His detractors, however, blame him for many of the ills of contemporary urban life: crime-ridden social housing projects and an overreliance on the automobile—an invention Le Corbusier was infatuated with, which his designs always took into account. Although the grandest of his schemes were never realized, his ideas for concentrating urban living in high-rise towers to make way for open green space below has ultimately shaped the look of nearly every city today.

Like many urbanists before him, Le Corbusier seemed not to like cities. He came of age in an era when Europe and America were captivated by their own slums, and regarded cities as crowded, dirty places. He sought a solution in the kind of order and efficiency he saw in the industrial assembly line. The city of the future, he thought, should have clearly defined places for work, commerce and living. Unlike his contemporaries, who favored far more suburban ideals, his manifesto for the "Radiant City" pushed for dense urban populations and modern transport systems. He envisioned airplanes landing amid soaring skyscrapers connected by elevated highways where automobile traffic could flow unimpeded. But his visions were often just fantasies. In a proposal for Algiers, even the French colonial government noted it would need the powers of an "absolute dictator" to level the Casbah for Le Corbusier's utopia.

The need to reconstruct Europe's battle-torn cities after the Second World War opened up the kind of tabula rasa the Corbusian model called for. By the early 1950s, the architect's concern for humankind was evident in far more modest projects like the Unité d'Habitation in Marseille, which was heavily influenced by communal housing in the Soviet Union. He went to great lengths to secure his own legacy; as Charles Knevitt of the Royal Institute of British Architects points out, "He was the first star architect." A precursor to the likes of Frank Gehry and Norman Foster, he skillfully harnessed the mass media to brand "Le Corbusier" as a household name. Images of his work, widely circulated in architectural magazines of the day, showed clean, brightly lit apartments and happy children playing in rooftop gardens. Such pictures seduced architects from London to New York, who haphazardly adopted a mishmash of his ideas in an effort to build housing quickly and cheaply.

As we know now, the public housing projects, largely disconnected from the cities around them, became bleak ghet-tos of poverty and, sooner than anyone thought possible, the great modernist vision failed. Many developments were torn down not long after they were built. As the American writer Jane Jacobs poignantly observed, the Corbusian city was not only isolating, it stunted the normal growth of urban areas. Even his admirers concede that Le Corbusier understood very little about the actual economies of cities. By the time of his death in 1965, the backlash against modernism had begun in earnest.

Today, the most desirable addresses lie at the heart of the urban centers the Corbusians wanted to tear down. Current schools of architectural thought, such as the New Urbanists, emphasize remixing the old divisions between work and play that Le Corbusier tried to bulwark. Architecture, while maintaining some of its hubris, has retreated to the role of simply trying to create beautiful buildings. Lately more altruistic concerns have begun to creep back in—albeit with a smaller footprint—in the form of groups like Architecture for Humanity and the Rural Studio, which have begun turning their skills again toward housing the world's poor.

For all his shortcomings, Le Corbusier's sparse and unadorned esthetic—he deemed that the home should be "a machine for living"—remains alive and well. Many of the new loft-style condominiums that have sprung up in urban centers around the world over the past decade borrow directly from him. And in places like China and Dubai, where newfound prosperity and optimism coincide with strong governments—recall Beijing's Olympic Village—architects are once again venturing into the business of remaking society through architecture and urban planning. The Radiant City may find a home yet.

João Batista Santos | comentários(0)

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